Agradecemos a todos as candidaturas enviadas que celebram a verdade e a excelência
do jornalismo. Foram muitas as peças recebida, focando e abordando os mais diversos temas e formatos. Todas as candidaturas serão apreciadas pelo júri.

O Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva da INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda tem como principal objetivo a distinção de trabalhos que reforcem os diferentes estilos jornalísticos da imprensa escrita, seja através da investigação, da reportagem ou da análise, contribuindo para uma sociedade mais informada.

“Para mim, o Vicente era e sempre será não um jornalista mas O JORNALISTA e tudo o que eu sempre quis foi conseguir fazer um décimo do excelente jornalismo que ele sempre fez.”

Nicolau Santos
Presidente do Conselho de Administração da RTP

Sobre o prémio

Este prémio, que conta agora com a sua 1ª edição, atribuirá anualmente uma bolsa para investigação jornalística no valor de 5.000 euros.

Poderão ser apresentadas candidaturas da autoria de profissionais de jornalismo – titulares de Carteira Profissional, Cartão equiparado a Jornalista, Cartão de correspondente estrangeiro ou Título Provisório de Estagiário, nacionais ou internacionais.

Vicente jorge silva

Vicente Jorge Silva foi, sem dúvida, uma figura de destaque no jornalismo português das últimas décadas. Um contributo único para o País e para a língua portuguesa que levou a Imprensa Nacional – Casa da Moeda, S.A. a criar o Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva, numa homenagem e reconhecimento.

JÚRI

 

 O júri, designado pela INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, é composto por cinco personalidades de reconhecido mérito ligadas ao jornalismo, três elementos permanentes e dois a nomear em cada edição do prémio.

O Júri permanente é composto por Nicolau Santos, presidente da Agência LUSA, Manuel Carvalho, diretor do jornal PÚBLICO, e João Vieira Pereira, diretor do jornal EXPRESSO.

Nesta 1ª edição, os dois elementos de júri nomeados são Teresa de Sousa, jornalista do PÚBLICO, e Daniela Santo,  jornalista reformada da RDP Madeira.

A todos eles agradecemos o seu contributo ímpar na dignificação do jornalismo.

O júri, designado pela INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, é composto por cinco personalidades de reconhecido mérito ligadas ao jornalismo, três elementos permanentes e dois a nomear em cada edição do prémio.

O Júri permanente é composto por Nicolau Santos, presidente da Agência LUSA, Manuel Carvalho, diretor do jornal PÚBLICO, e João Vieira Pereira, diretor do jornal EXPRESSO.

Nesta 1ª edição, os dois elementos de júri nomeados são Teresa de Sousa, jornalista do PÚBLICO, e Daniela Santo, jornalista reformada da RDP Madeira.

A todos eles agradecemos o seu contributo ímpar na dignificação do jornalismo.

Um ano depois do desaparecimento de Vicente Jorge Silva, o jornalismo português de excelência, de que ele foi um intransigente defensor, está vivo, de excelente saúde e recomenda-se. Será uma surpresa para muitos e outros tantos o negarão. Mas esta é a conclusão óbvia resultante da análise dos 52 trabalhos que se candidataram ao Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva. E isso foi bem evidente na dificuldade que o júri, constituído por Teresa de Sousa, Manuel Carvalho, João Vieira Pereira, Daniela Santo e eu próprio, teve para avaliar os trabalhos, que foram classificados numa escala de zero a vinte, com a diferença entre o primeiro e o décimo a ser apenas de 0,9 pontos.

Sublinhe-se depois que a qualidade dos trabalhos não se circunscreveu à plataforma dos semanários, jornais diários ou revistas. Veio também de televisões, da agência noticiosa ou de sites. Não se limitou aos órgãos generalistas. Apresentaram-se a concurso vários trabalhos divulgados na imprensa regional ou local ou em órgãos especializados, nomeadamente de economia. E todos os géneros estiveram representados, da reportagem à investigação, da entrevista à análise, das histórias de vida à informação pura e dura. Há textos sobre a realidade nacional e sobre a situação internacional. Há textos que denunciam, outros que revelam, outros que contam tragédias individuais, outros que se debruçam sobre a devastação que a pandemia causou nos hospitais e na vida de milhares de pessoas. Há textos sobre política, sobre saúde, sobre sociedade, sobre crimes de colarinho branco, mas também sobre desporto, sobre cultura, sobre poesia, sobre arte, sobre história. Há textos que nos tocam, outros que nos horrorizam, uns que nos abrem horizontes, outros que nos revelam as entrelinhas da História. Em quase todos sobressai, para além do interesse dos temas tratados, uma enorme qualidade na escrita. E não há maior prazer que ler uma grande história jornalística excecionalmente bem escrita.

A perplexidade que fica depois desta primeira edição do Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva é como pode a imagem do jornalismo português junto da opinião pública estar longe de ser positiva apesar da enorme qualidade de muitos profissionais que trabalham no setor e que estas candidaturas tão bem evidenciam. Por isso, há que agradecer ao conselho de administração da Imprensa Nacional / Casa da Moeda a decisão que tomou, em boa hora, de criar este prémio e de lhe dar o nome do mais importante jornalista português dos últimos 50 anos. Ele vai contribuir para termos mais e melhor jornalismo em Portugal e para honrar o nome do profissional que sempre lutou por isso: Vicente Jorge Silva.

Os agradecimentos finais são para os membros do júri, que tiveram um árduo trabalho a ler e classificar todos os textos, debatendo em sã camaradagem mas com veemência os seus pontos de vista. E também para o entusiasmo, a competência, o apoio e a dedicação da Mónica Paredes e do Nuno Ferreira. Sem eles, tudo teria sido bem mais difícil.

Nicolau Santos
Presidente do Jurí
Presidente do Conselho de Administração da RTP